
domingo, 8 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Fez-se deserto.
O acaso não me deixou escolher, a melhor coisa é ficar sem saída. Indecisão toma o meu ego de um jeito exarcebado e complexo, tudo sem lógica. Eu sempre odiei questões óbvias, tais como de matemática ou física, química, tanto faz. Meu intelecto está com paralisia ustulante, carne viva.
Saudade de me expor sem escrúpulos,
de poder subir no salto sem medo da queda.
Olhem-me, como sou uma leoa defensiva.
domingo, 11 de outubro de 2009
Vivendo paralelamente. Demente, sem mente.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Full os fresh ideas.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Esperando na janela, aiá.

A primavera tá quase invadindo o ambiente. E sinto a intensamente nas minhas horas vagas e tardias. Sem sono ultimamente, isso me faz enxergar melhor a noite, o céu, os astros.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Não.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Letra que eu fiz usando uma sacada de USA. É nói dos esteites.
siga as estrelas mas continue me usando
em um segundo estou em Paris
bye bye usa, mal me quer, mal me quis
se viajar pra New York não foi suficiente
viaje debaixo do edredon
siga as silhuetas e as marcas vermelhas
formatos perfeitos, vermelho batom
USA, sem medo, use me
sinta, segue e surde
sem sentidos, na noite agitada
sem agitos na mente ocupada
usando-me na noite gelada
com um blues na vitrola
realizo um sonho nos unidos estados
partindo pra uma realidade fora daqui
em um segundo estou em Paris
bye bye USA, mal me quer, mal me quis
Odeio essa letra que eu fiz, mas ok.
Mas passei por vendavais sem ninguém anunciar
Termometros alterados, casacos jogados
Provocando graus para a temperatura aumentar
Abri alguns leques e segui a primavera
Senti nascer flor mesmo não sabendo onde era
O perfume era novo e o toque de veludo
A previsão é pré-missão, pra solidão eu visto luto
É invasiva a luz do sol
É nostálgica a partida da madrugada
Criando monólogos conjuntos
E a rua se fez cama arrumada.
Troque o canal e pule esse muro
É de gelo, é concreto, é vermelho e impuro
E hoje o tempo se abriu só para nós,
O sangue por instinto correu mais veloz
Deixo transparecer 40 graus de confusão
Minhas lentes de aumento diminuem sua visão
Os pensamentos falam alto e deixam revelar
que o inverno é breve e eu quero te esquentar.
Musica dedicada à B1
falling on the floor
my bed want some more
my liers in your face pushing smiles again
my blood running black, my jacket its trash
for long two days i still die
without baby by my side (x2)
my hair look red
junkies ladys in the town
i cant take it anymore
kick theyr heads hate you more
fucking with my words all night long
waiting for the melodies in the sax
hoping enter in your arms and relax
lost in my hug wishng sucess
Essa o Hessex musicou e tá no myspace dele /sweetkiddinaping (ficou meio Nirvana)
spoken with my hair
bliding so cold
killing my soul
not to enought for me care
Mc-Ju see all that I see
put all my spell on Nick
enter in my room
invade my yellow moon
fake all this shame
see that it blame
all my tattoos
sign aventures with you
and all my bubble blues
sign when a lost my shoes
that night was a mistake
that night was unforgettable
rock was that night right
unforgettable sex night fine
that night was a mistake
that night was unforgettable
rock was that night right
that naiti uás a misteique
that naiti uás unforquéribou
(tive que deixar essa parte da música de propósito,
pois fiz pro Hessex saber a pronuncia, fun!)
O mito e a meta
esperando uma reação
sem ser quimica ou artes
da póvora fez-se explosão
Volta pro meu cais e me tira essa âncora
ondas descontroladas
armadilhas montadas
tropa sem estrelas nem beiras
céu sem sereno e sem sereias
Velhos ditados deletam
toda a palavra concreta
todo o conjunto de falhas
todos os sinos e setas
sem arco nem flecha
sem mito e meta
Não é preciso mais que dois copos
basta o um olhar de lado
um termo calado
coração com furo, coração escuro
Balanço sem jeito meio encostado
Térmico choque me esquece e se toque
me suga e aumenta
adormece e tormenta
anestesia e desgasta
do calor pro quente, a primavera basta
Delito de Agosto
eu sou mais forte do que podia medir
um termômetro qualquer
uma noite sem fugir
calando e ladrando as horas
crianças, senhoras, seguindo o atalho
bares e brigas, eu contra o tempo
azar no calor, sorte no baralho
Enfim a escuridão abraça o céu
o sonho tormenta e quebra-cabeça
o som acalma e me tira a tristeza
É engraçado como eu me conto histórias sem percebe
rcriando momentos vagos ao seu lado
mentindo sobre a realidade
procurando um ponto de afago
Assim me sentindo mais tua do que na verdade sou
assim transformando em matéria do que de ti restou
O que fica em mim é a fotografia
me disperçando da cena móvel
meus olhos insanos de agosto
esnobam as provas desse delito
provando que alem de ti, eu existo
tua face amarrada, me leva a conclusão
que eu desenhei tua alma, ritmo e coração
Enfim a escuridão abraça o céu
o sonho tormenta e quebra-cabeça
o som acalma e me tira a tristeza
tua face amarrada, me leva a conclusão
que eu desenhei tua alma, ritmo e coração
Outra letra minha / melodia Garotos do Pântano
Sempre quem faz as melodias das minhas letras, acaba dando um nome, porém, essa é:
Inverno
Dizem que no inverno todo mundo fica com alguém
dizem que as ondas são maiores no inverno
eu nao vou à praia, eu nao tenho companhia
viajo no relógio, fim
eu e todo o dia
eu, o dia e a noite
nao passa agora,
nao passa depois,
só seique o tempo tá parado aqui
o inverno congelou de vez as paredes dessa casa
o inverno congelou também a água que me lava
essa estação tá por um fio
no calendário ninguém viu
outra estação esta por vir
espero ainda estar aqui,
pisar em folhas secas
tirar e pôr a mesa
cores, barcos, ondas baixas sempre estão
em sintonia com as flores da estação
o meu jardim já foi de inverno
mas abandono o conforno pois meu astral virou inferno.
É claro que essa música é literalmente ligada a essa estação,
esse foi o pior inverno de todos os 18 em que presenciei.
Mas, a primavera vem aí, e enfim, amarei novamente.
Garotos do Pântano, preciso explicar.
obs.: Sim, falta baixista.
Uma quase banda que ensaia na casa de minha cúmplice, Bárbara, e assim resultando na brincadeira que todos acabaram caindo: música. Yay!
Às vezes a gente consegue criar coisinhas interessantes.
Logo logo jogo na net um vídeo ou uma gravaçãozinha deles,
são pequenos, porém gigantes.
É só.
Música que fiz junto com os Garotos do Pântano (minha letra /melodia alheia)
four five six you broke my fix
and now my body is black
tonight i pretend live away your jack
lalalala im step in the trip
oh no no no this is my future
him say: someonelse have fire?
i say: i only have desire!
put down on light the street all right
fine, my baby, please dont cry
i see the heart turn step
because this fact i have to scream:
lalalala i'm step in the trip
oh no no no this is my future!
sábado, 22 de agosto de 2009
Afinal, onde mora o 'feeling'?
two hours and all the things turn cool
forget about the old weeks
we are more strong to gonna be sick
but not so simple
you got to take the feeling
so, from which place
oh my head, oh i have
to see behind my postcard
to prey your bulk grey
and not feel to fade
pretend not to fall into the scene
pretend not to lose the floor of this room
cause i know, i see you hours ago
bones turning dust, rebuild it just
while we play with reality
the night parting with pride
brown eyes, lies to the shine
go down baby, you can do it better
don't see that place meeting?
its where, the place feeling.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O monstro e alice
sou monstro de neve,
que avança tua propriedade
arranca tua identidade, te faz temer
Alice é feliz, é doce e gentil
vive de azul e meia azul anil
caminha para felicidade, alcança a lua
rasga trilhas, salta, gira e pula.
Amanhã vou ser os dois juntos
o encontro do impossivel
meus lados opostos, semblante inimigo
quem controla minha mente é ela mesma
Alice do monstro, virou sobremesa.
Só to imaginando essas letras como samba.
os sapos engoli
e agora? qual é a frase da vez?
Você me roubou todos os versos
castigou todas as rimas
me tirou de menina, mesmo eu sendo mulher
E agora que sabe que sou esperta
me atirou aquela flecha
que o copido insiste em lançar
Eaí to cega e surda, encandecida
porque aquela mulher crescida
já não aguenta mais em pé
Já fiz minha mala, vou embora
Rezo a deus, nossa senhora
que me livre desse santo
Pois to cansada desse encanto
santo do pau oco é pouco
O meu ego é de ouro e de ouro eu sei.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Sambinha de garagem
vou me conter no meu tom
deixe que o compasso assuma o passo
porque minhas notas já nao soam mais
um lugar que nunca imaginamos
pode te deixar na corda bamba
te fazer viajar, parados no tempo
Parados, sem tempo
tira essa agonia de mim agora
que muito nao demora
pro meu solo desafinar
E se minha banda nao vier
Nem adianta mi-dó-ré
Meu show nao vai continuar!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Demorei, mas sempre volto.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Uhn, delícia, serotonina pura!
Coloridas, borboletas e teatros, encanto e mágica em dois segundos. Tá nem foi tããão rápido assim, tão pouco consigo calcular o total de horas.
Precisei fazer essa passagem breve, para constar minha constante alegria.
@ dia 29 (b-day) passei a noite toda no hospita
@ 30 o dia inteiro de febre e vertigens
@31 visita dos melhores: bá e lua
@01 revigorada, renovada, reeleita e resguardada.
Meu amor, me segura, que eu voltei com tudo.
Eu e o ego como nunca estivemos!
sábado, 25 de julho de 2009
Solidão induzida.
Não consigo mais me ver insistindo nessa idéia mórbida. Estou na pior fase de fases ruins. Sabe, aquele ano que nunca se esquece? O amor inventado, as mentiras BEM reais, os atrasos de palavras, tempos vazios, idéias não concretizadas e risos em vão. Sei que depois de toda essa maré, vou ser bem maior, bem mais verdadeira, quero fazer de mim mesma um porto sem perigo, um museu de armaduras, um esconderijo subterrâneo na minha própria órbita.
Vou dormir, nada me fez feliz hoje.
Tão pouco.
Muito astronalta na terra e mentes em órbita
Muita história
Muito santo pra pouco reinado
Muita fé pra algo do diabo
Muito truque, muito blefe
Muito soco e muito chefe
Muita trilha e pouca estrada
Muita jaula pra pouca liberdade
Muito chute por lealdade
Muito pra mim é tão pouco
e pouco eu não quero mais!
quinta-feira, 23 de julho de 2009
TEXTO DE ALEX, PRÊMIO URSA D'OURADA BY CARNNES.
É escuro, é quadrado.
Em um canto, algumas roupas jogadas, tênis empilhados, almofadas largadas e não usadas, que teriam seu lugar certo senão fosse meu relaxo e minha falta de vontade de ajeitar o que teoricamente é ajeitado. Mesma falta que me impede de ter disciplina com meus textos, minhas tarefas e minha saúde. A falta que me faz e que não me deixa fazer. Falta vontade de escrever, de andar, de acordar. É frio, é inverno, e quase todos os dias acordam muito cedo e terminam muito tardes, sempre de início cinzas e em todo o seu percurso não se colorem, só suavizam seu tom em alguns momentos, mas vai de encontro ao preto enquanto mais passa. E termina frio, na minha cama. Quando debaixo das cobertas me encontro e a umidade do chão tão perto chegam até minha pele, em cinzas me desfaço, ou assim preciso e quero. Continuo quase inteiro, se não fossem pedaços dos quais nem sinto falta já se decomporem.
Mais um dia em que todos os meus eus são desperdiçados comigo mesmo, sem dar um pouco do que sou para receber de quem é, que me mantém vivo e me dá motivos. Mais um dia que começa igual e teima em demorar, mais uma semana.
Talvez eu tenha a ela, a cidade, a quem ainda não me entreguei. Talvez seja por isso que ela não me presenteia mais todas as manhãs com o cheiro de baunilha. Eu nunca lhe devolvi o agrado. No máximo uma caminhada no calçadão pra fumar um cigarro, mas meu comprometimento com essas ruas ainda não foi firmado.
Não sinto mais o vento forte que cortava meu rosto, no percurso de bicicleta até o trabalho. O pneu da bicicleta está murcho a semanas, e não me importo em cansar mais minhas pernas. Não tenho paciência para resolver coisas inúteis, como enxer o pneu da bicicleta. De imaginar, parar no posto de gasolina e encher o pneu, já me irrito com todo o caminho mental e o (não) esforço físico.
Ouço as mesmas poucas músicas a muito tempo. Sem saco para ouvir novas vozes, novas frases, novas melodias que se repetem. Sem saco para ouvir as antigas. Sem saco para ter saco. Sem saco para mim mesmo e essas neuras intermináveis e, às vezes passageiras.
Droga de crise de adolescência tardia. É isso? É uma versão aos 21 dos conflitos plastificados na “Malhação”? É patético a esse ponto?
Maldita psicanálise, que explica tudo. Por que diabos a explicação tem que ser tão óbvia? Qual é a razão da crise, de sentir a agonia de ser se o porquê está debaixo do meu nariz, tão visível quanto invisível, tão absurda, complicada e infantil. Tão complexa de sentir e ridícula de se assistir. Qual é o ponto em que isso tudo tem que realmente acontecer, tanta idiotice mental por instantes,tanta desnecesidades, tanto medo de nada se tornando pavor de tudo? É excesso de inteligência ou a falta dela?
Quem disse que todas essas coisas são necessárias? Quem disse que todas essas perguntas precisam de respostas? Quem me dera um dia acordar ignorante e sem sentido, sem enxergar nada além da vida mediocre que a maioria vive, sem se preocupar com significado de alguma coisa que ninguém de verdade deve saber. E será que quem soube um dia não foram suicídas, que por algum motivo o qual ninguém sabe, resolveram terminar suas partes nessa história sem pé nem cabeça.
Definitivamente minhas falas e minhas ações nessa peça nem começaram. Se for pra abusar das ridículas e pretensiosas metáforas que eu tenho usado até agora (veja bem, eu comecei esse texto cheio delas), eu poderia dizer que isso tudo é só o ensaio pra uma grande peça, e eu tô perdidamente perdido nos corredores dos camarins, sem saber a hora de entrarem cena e como construir meu personagem.
Auto aceitação em dúvida, auto estima em baixa? Diabos. Só queria sair de mim mesmo por alguns segundos, pra, talvez, ver que nem tudo é tão complicado assim, e que não passa de tempestade em um copo de água. Um ponto de vista internamente externo. Talvez um clone de mim mesmo seria meu melhor terapeuta, ou só me deixaria louco.
Enfim, no fim passa-se meia hora de várias palavras e dentro, a mesma sensação.
O trem buzina lá longe. Minha perna adormeceu. Meus olhos teimam em piscar de sono. 01:23 é a hora em que eu realmente percebo que eu odeio Interpol.
Eu amei inteiramente todas as palavras, e de fato, sinto -me muiti igualada.
Congratulations for the magic-line with me, alex.
Defina-te.
A origem deste nome remonta ao Antigo Egipto onde havia o povo dos Trogloditas, que vivia instalado em rochedos próximo do Mar Vermelho.
Alex, cadê você? Está nadando?
Shuá and shine on me, iê.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Te dedico!
Escrito por Bárbara Eduarda,
minha parceira, minha grande, meu mundinho infinito cheio de amor!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Destinatário algum

segunda-feira, 15 de junho de 2009
Gelo em cubos
Putamerda, já nem sei mais qual conclusão eu havia chegado.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Papel de arroz De Luxe

Precisarei então de meu memorável, hidolatrado salve salve papel de arroz.
"4 Livretos Smoking Liquorice só R$16,00, 50 folhas cada unidade;
ATENÇÃO: Não vendemos para menores de 18 Anos!
Modelo: N°8 Liquorice
Peso de Entrega: 10 gramas
0 Unidades em Estoque
Fabricado por: Smoking Papers"
domingo, 7 de junho de 2009
Revolta muda

terça-feira, 26 de maio de 2009
Melhor do que pareço.

domingo, 24 de maio de 2009
Sinal verde
Fechar os olhos e viajar em extensões de pensamento nunca foi tão utópico. Em 5 minutos estou em Londres, em 2 volto para o chão da minha cozinha. Triste fim ou bom começo?
Últimos dias me deixaram mais n'ativa. Mais esperta.
Seria difícil dizer que não tenho medo de cair, assim, de novo em amor.
Sei que o jogo é arriscado, é intenso, perfeito e denso demais. Cheio de idéias, combinações.
Itry, i try, i t r y.
Would you ever be my fucking boyfriend?
segunda-feira, 18 de maio de 2009
É de lágrima.
Faz tempo que eu não conto os dias para algum acontecimento. O pior é que não vai acontecer nada dia 21. Eu só to querendo acreditar.
Talvez você apareça com um casaco nas mãos, cansado da ladeira, com um sorriso feliz em me ver, transpirando suor e saudade.
Dia 17 foi trágico, foi uma facada, foram 8 horas dentro de um frigorífico. Sem botas, sem meias, sem pés.
Não sei se tenho mais desejo em te ver como meu cúmplice ou se desejo não te desejar. Dói tanto querer que uma flor cresça em um lugar sem adulbo. Sem vida.
Tenho que arranjar uma maneira de fugir desse marasmo, preciso seguir com meus dias, preciso não contar mais os minutos. Preciso parar de te esperar. Esperar quem não vem.
Cada vez mais a situação piora. As vezes é bom se perder.
Mas acho que meus pedaços estão em você. Preciso achá-los. Preciso remontá-los.
"Eu vou derramar nos seus planos o resto da minha alegria."
sábado, 16 de maio de 2009
Linhas de dedos cruzados.

sexta-feira, 8 de maio de 2009
Vício de não viver
As imagens passam rápido, ainda mais rápidos que os clicks.
Seria crônica minha doença?
Seria longo o teu olhar?
Oh céus,
logo eu que sempre fui tão cruel.
I'm your hands, baby.
domingo, 26 de abril de 2009
Oitavo dia da semana.
Domingo é macabro, você quer pedir ajuda mas não sabe pra qual direção gritar,
e a que lhe convém nem sempre é das melhores ajudas, talvez sejam até desajudas. Deusa? Judas?
Whatever.
Hoje até aproveitei pra ouvir coisas depressivas que não tenho coragem de ouvir no passar da semana, senão eu congelo, desanimo, pauso.
É um saco ser movida por notas, por coisas esmagadas, como o tempo e as frutas podres, como eu, esmagada, podre.
Uma luz artificial na minha frente, na realidade, não ilumina nada. Não trás nenhum conforto de visibilidade, não trás clareza. Talvez a fumaça que sobe às nuvens digam mais do que as fumaças que fazem os pneus dos segundos sob minha face. Indo tão rápido, tic-tac.
Eu queria ter concretizado aquelas horas que passaram tão devagar,
eu queria ter deixado ela ler além de minhas mãos, ler a mente, o coração. Na sua frente.
Eu queria ter chorado desesperadamente desde o primeiro segundo que desabei calada. Ter desenrrolado todos os panos amarrados internamente, queria ter fratura exposta.
Posso ter me deixado um pouco de lado mesmo estando só,
e ter dito que seria feliz, fingiria o sorriso e sairia da sala de estar dando pulos.
Todavia, continuo feliz, uma felizarda sofrida, esquecida e nem um pouco arrependida.
Me deixa só,
mas me deixa só ao teu lado,
enquanto eu achar que é o suficiente.
"talvez soubesse esconder e fingir muito bem uma dor."
quarta-feira, 11 de março de 2009
Seven eight night
I made of them spions and protectors
faking to want your heart
lying on the color of my hair
my nails desires your skin
without to be vulgar understand
you me I cannot so be so saint
some sips of leave me thus to wine drink
I cannot continue in this stroke without you
goes to be hard to kill everybody
so we go to runaway for my room
I cannot continue thinking that you live alone
goes to be hard to lie for everybody
baby I promiss, that week i'll gone
but the stars still following in the streets
no matter how hard erase you of my memory
they do not go to erase themselves for us meets
tell me what you do with me?
i'm so strong and ever looking for
and now i'm crying on the kitchen floor
blow with white, black and fight
put your hand on my head
break my steps if you said
the shine goes down
and i'll be lost in the night town
terça-feira, 10 de março de 2009
Golding meet
take away my diamonds
I sat on the grass, image and action
soft red wine, a few nuts
his shirt crumpled and my sun infiltrating
leaving the past, the passing
leaves stretch my heat up by shadows
let me feel the ice water down throat
a time with you and the wind
the wind with us all afternoon
watching the night, you-day
you and he are so compatible
we are so irresistible
Imperial bed
with the queen of the bed sheet,
I drew black and white
to balance my disorder
Border your ring on my chest
and disposing the nodes blind,
promised my enemies
extends the flag by heat
danced until the cock quiver,
until I returned to his strategic point
a minute's silence to healing without medicine
Jogo sujo
em qual ponto devemos descobrir
sem deitar e correr, sem reagir
deixa essa onda te devorar
sem pressa a maré vai baixar
prepara o bloco e a multidão
que hoje a verdade não vai se esquivar
tudo se resume em um rascunho
toda a revolta sentida nos punhos
distraindo toda a adrenalina
andando fora de linha
sem acasos e desacasos
é muito óbviu que tudo vai se auto destruir
no good bye, baby
é breve e frio, deixa o fim fluir
e naquele dia que você não soube explicar
fiz de tudo para dizer que já sabia
não sinto facadas, nem tão pouco sei dizer
se as notas entraram em harmonia
vou te seguir pelas esquinas
e entrar nas ruas sem saídas
te vigiar noite e diz e desfazer suas armadilhas
vou entrar no seu labirinto sem perceber
sem ganhar o jogo, vou te fazer perder
On the floor
feel the cold to be barefoot in my floor
I do not lose sight of, place spies
guess my past by your side in the door
make a melody and I plug it
Feel my curves parallel
they seem like the curves of your guitar
I put in its final soundtrack on my spell
the last scene is the kiss eater
I do not let fear the interval faker
I am an eager and real trailler
we are two, more novel than film
feel more reasons than
more tracks than neighboring walls
my sky not so high because it falls
Odiei essa letra mas vou postar.
me deixavam longe de toda a confusão
mas eu não ligo, tenho a madrugada
os saltos altos e o coração na mão
mas não me diga que já vai agora
ainda preciso te envolver e te cantar
corroendo todas as minhas frases prontas
flutuando com as ondas sem saber voltar
parece que o nosso cais está em perigo
espioes não sabem descansar
sem me esconder, eu só queria te ganhar
talvez não transpareça coisas sobre mim
não que a verdade seja tão ruim
só quero mais chances, só quero menos previsões
não é fácil ganhar o jogo criando colisões
dançando no meio de desconhecidos
te vendo de longe, tentando me esconder
alguns copos vazios, vícios de beber
eu preciso de uma dose a mais de você
eu preciso deixar que minha cama me ganhe
sem mais imaginar heróis e heroínas
algumas taças e trágicas melodias
domingo, 8 de março de 2009
Previsão do contra-tempo
Mas passei por vendavais sem ninguém anunciar
Horas e folhas recuavam o meu sofá
Provocando graus para a temperatura aumentar
Abri alguns leques e segui a primavera
Senti nascer flor mesmo não sabendo onde era
O perfume era novo e o toque de veludo
A previsão é pré-missão, pra solidão eu visto luto
É invasiva a luz do sol
É nostálgica a partida da madrugada
Criando monólogos conjuntos
E a rua se fez cama arrumada.
Troque o canal e pule esse muro
É de gelo, é concreto, é vermelho e impuro
E hoje o tempo se abriu só para nós,
O sangue por instinto correu mais veloz
Deixo transparecer 40 graus de confusão
Minhas lentes de aumento diminuem sua visão
Os pensamentos falam alto e deixam revelar
que o inverno é breve e eu quero te esquentar.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Super-facial.
Sinto que não sinto mais, odeio ser tão previsívil quanto às minhas contradições, mas elas são tão exatas e redondas ao mesmo tempo, quase avermelhadas. Ninguém consegue respirar um pouco de verdade que me envolve e me deixa lúcida? Talvez seja puro egoísmo desnecessário, porque tantas pessoas já respiraram e asfixiaram com isso. Acho que o grande poder é morrer por isso, ou sacrificar-se por uma causa semelhante. Sem mais notas e interações sobre sistemas biológicos, geológicos ou apenas lógicos. São apenas informações desnecessárias entrando pelos pórus como se fossem pomada amenizante. Mas não, não me ameniza, apenas transtorna e transforma. Pretendo distribuir e gritar com meus pumões guerreiros e reis de fumaça: Vejam! Acreditem! Sintam! Cantem! Corram! Chorem! Briguem! Ou apenas: De nada!
Sei lá, muita confusão,
muita lição e pouco afeto. Frio e sangrento.
Sem mais delongas meus caros,
estou num frigorífico sem fim.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Downtown with brown
my bed want some more
my kisses in your face
making laugh for to fade
my blood running black
my jacket its trash
for two days i still die
without baby by my side
my hair look brown
junkies ladys in the town
i cant take it anymore
kick theyr heads hate you more
fucking with my words all night long
waiting for the melodies in the sax
hoping enter in your arms and relax
lost in my hug wishng sucess
multicolors eyes looking me now
its my scene going down
i swear, its not fair in the downtown
i really wanna understand why it destroy my sound
Talk time.

Talk time parece meio tele-sexo.
É preciso mais que um dia para obter confirmações inexistentes,
mas será mesmo que 24 horas significam tanto assim? Talvez as certezas já estejam escritas em algum ligar bem difícil de apagar, nem liquid paper resolve. E se resolvesse eu nem iria querer.
O tempo por aqui tá agitado e cheio de ondas, prontinhas pra quebrar, desperdiçando todo o impacto em mim. Mas quem disse que eu não tô preparada? Eu posso não estar no Titanic (ainda bem) mas tenho meu barco à velas, assim é melhor, vou onde o vento mandar.
E a prósito, vento, onde estás me levando? Desconheço esse lugar e essas pessoas. Sinto que sou uma naufragada em meio à tantas embarcações. Vou te bote, cê sabe.
Fugindo um pouco desse clima marítmo, estou muito aérea. Voando com apenas uma direção: lugar quente. É, como andorinhas estou migrando a Europa para África. Tenho pernas atrofiadas e vivo os 4 primeiros anos da minha vida no ar. Como, acasalo, durmo e respiro. (ON AIR!)
Será que consegui desabafar? Isso tudo tá tão subliminar. Então, acho que consegui, pois sou assim, sou feliz.
Sou um labirinto,
entre e divirta-se baby. Só não vá achar a saída.
Baby G
and enter your sound for me
how you can take so little time I gree
the steps already tested
a dance without beginning or end
feel that the drink has run for me
I feel that love has finally sign
inverse and eyes open seats
words in silence says everything
I can understand, I can see, I'm sad
is as transparent as a diamond red
I need to see you now and always
I need you and take away this miles
I feel like I have never felt someone this way
and feel that only you will be my road stay
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Nova
at best, the coffee is ready
are just a few minutes to boil
just some thoughts and is hot inside
making some plans, basic, leakage
creating words, feeling surprised
having more power for me alive
some point it explodes my mind
in my hands, cold blood outside
burnt red, heart stained I find
bitter kiss, repeating the fix wine
come to my place, shut my mouth
win the first place or a statue at all
and give up on the altar of laughs
this is your day, this is your chance
everything that one day you belonged
sorry if you do not know, you dominate
this is his alibi, his measure of strength
kill me please, if you want to win the game
because I'm on top now, you really dominate
I'll find my magic city, maybe in your skin
I'll kiss you body with hate for him
I'll pay your account with hour late
I'll screaming for you, baby you dominate
Nova
without many options, seeking beds
places that I could forget you
I thought, you are the solution blue
Resist the temptation, I thought about suicide
but maybe death is better than that side
back to remembers, perhaps love true
certain desire, hunger for you
that night was a mistake
that night was unforgettable
rock was that night right
unforgettable sex night fine
My intentions were not those that a mother want
I am a loser for not having spoken infedelitys
just miss your touch on my body
not much depth in the words or history
that night was a mistake
that night was unforgettable
rock was that night right
unforgettable sex night fine
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Fase de interrogação.

Explosão de perguntas sem respostas. Resultado de mal olhados somado com muitas questões mal resolvidas e sentimentos de revolta conturbadamente adoecida. Um resto de tudo o que sobrou nas paredes mentais de algum Guru. Laço desfeito na invasão solar, na despedida da madrugada calada aos prantos. Música circense que acompanha o palco da imaginação, equilibra
os pratos sobre linha fina, canção de fundo que desafina, platéia abandonada e cadeiras não ocupadas. Parte de mim é isso. Outra parte é desconhecida. Abandonada no sistema, enferrujada, oxidada, esburacada e esfaquiada. Não sei se existe um fundo límpido ou alguma explicação menos drástica. Não sei se existe algo. Severa mania diária de não acreditar no mundo. De ver pessoas como nada. De entrar em crises motivadas pelo fato de não ter motivo. Lutar pelo o que é meu mesmo não sabendo o que quero. E no fim da batalha, descubro que nada queria e tudo me deram. Aparentemente isso é desejável. Isso acaba quando você percebe que tudo o que lhe deram é pouco ou superficial. Era um ''suposto tudo''. O tudo está em dois. O tudo é dobro. É não ligar pra solidão. E saber que ela existe e ignorá-la à todo tempo. Deixar de lado a carência de ter o que dividir. A tristeza é linda, produz milhões de coisas naturalmente especiais e excelentes obras humanas. Talvez sejamos criação da tristeza. Monstros de cicatrizes profundas e incuráveis. E talvez seja essa a grande explicação de não ter objetivos. É a falta de senso, espaço e tempo. É a circuferência na qual nos metemos. O ciclo é inevitável, brinque de girar e saberás o quanto você terá de fechar os olhos e se acostumar com as horas de náuseas e as horas em que seu cabelo é levado pelo vento, carregando novamente uma envelhecida era.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
LETRA NOVA!
Loveterrious
In dead place we kissing,
Playing with you and you missing
I'll kill you with my words
Baby, if you live me gonna be a worst
Don't, don't forget me today
its a big fake, i like you may
Don't, don't call me tonight
the sun is here, come you too, by my side
I know, i really lie, but I want you sometimes
You know, you lie too, its a lier or lier-fool?
In dead place we have sex,
Smoking mary and cigarrets
I'll kill you with my words
Bang damm! make some noice
LETRA NOVA!

Me and funny girl
Shake it honey
doing a check up
Enjoy the pit-stop
its my scene, ten o’clock
shake your steps, lovers drinks
making in hour us remix
me and fanie in the room
noses, pieces of the moom
we have a seen hundred colors
go touch the water, boys with others
any place its my house
your skin, yr arms and you at all